20 de junho de 2003   —   06:53:38

O amicíssimo Duílio, após ler o post passado falando do coqueiro, recomendou este link nos comentários. Achei tão relevante que não pude deixar de destacá-lo em um post, para que todos possam vê-lo.

18 de junho de 2003   —   11:25:22

Respostas às minhas perguntas!

Ontem estive no colégio onde estudava até ano passado, e aproveitei para tirar algumas das minhas dúvidas que postei por aqui dia 30 de maio. Lá vai o que lembro das respostas dadas a mim pelo prof. Rogério Mendes:

A partir de quê nasce um coqueiro?
Dentro do coco fica um troço que dá origem ao coco. Eu hein.

O rabo do gato e do cão se mexem voluntariamente?
Segundo meu professor, é instintivo.

Resta, agora, a pergunta que não quer calar: carrapato tem pai? Se tem, por que a musiquinha Ai ai ai, carrapato não tem pai?

15 de junho de 2003   —   03:37:27

Primeiras impressões sobre meus 18 anos de idade.

Domingo, 15 de junho de 2003. Agora eu tenho 18 anos de idade.

Agora eu posso comprar revista de mulher pelada e sexo explícito.
Agora eu posso ir pra boate ver show erótico e entrar em cinema pornô.
Agora eu posso beber e fumar.

Grande merda. Não ligo pra nada disso mesmo.

Agora eu posso tirar carteira de motorista.
Lindo. Só preciso do carro pra dirigir.

Agora eu posso ser preso.
Como se eu fosse muito rebelde.

A verdade é que quando eu tinha 10 anos, uma vez cheguei a contar quanto tempo faltava pra eu completar 18 anos. Agora tenho 18 e não tô nem aí pra isso. O que posso fazer eu não quero, o que quero fazer eu não posso.

   —   03:30:23

Sexta-feira, cerca de meio-dia e meia. Saio da faculdade, pego o ônibus de volta pra casa, e, pouco depois de passar pela roleta, sinto algo estranho na minha mochila. Por um momento, pensei que fosse o monte de pessoas passando perto de mim, que não deixam eu me mexer. Quando elas passam, percebo o bolso da mochila aberto, sem a bolsinha preta em que guardo meu aparelho medidor de glicemia, algumas seringas e ampolas de insulina (sim, sou diabético, pra quem não sabe).

Por um momento pensei em ter deixado aberto o bolso e ter caído, mas lembrei que a mochila estava bem fechada quando passei pela roleta. Me dei conta então de que as pessoas que passaram por mim abriram minha mochila e me roubaram. E o pior: o que um filho da puta dum ladrão vai fazer com um medidor de glicemia? Tomara que ele use as seringas com a insulina, passe mal e vá desta pruma melhor.

Fiz um boletim de ocorrência numa delegacia (o famoso B.O.) e já estou com outro medidor de glicemia. Foda vai ser continuar andando de ônibus.

E mais: agora no sábado, o André foi assaltado também. Ameaçaram ele com uma faca no pescoço e levaram a carteira e o celular dele.

(Superstição idiota: ontem, sexta-feira 13, tanto eu quanto o André abrimos guarda-chuva debaixo de teto na faculdade. Coincidência e tanto.)

Parece que no Brasil a gente perdeu o direito de andar onde quisermos, de viver em paz. Falando com outras pessoas, encontrei gente em quem já passaram a mão dentro do ônibus e ameaçaram com arma, que já foi assaltada dentro de ônibus… O pior é que a gente ainda tem que se conformar porque não foi pior. Se foi assaltado, tem que achar bom não ter sido ferido ou morto. Se passaram a mão, tem que achar bom porque não foi estupro. E por aí vai…

10 de junho de 2003   —   10:38:54

bruce.jpg

Ontem assisti ao filme Todo Poderoso. Seria um filme como qualquer outro, mas é bom, engraçado e, acima de tudo, Jim Carrey usa um chapéu de guarda chuva, como o daí de baixo:

capshatumbrella.gif

E daí? E daí que tenho um igual! Aí vai a foto que não canso de postar desde que meu blog ainda tinha outro endereço e eu tinha cabelo raspado:

Foto retirada de um site que achei no Google. Mais chapéus de guarda-chuva.