
Dias cheios. Foi bom conhecer novas pessoas e conhecer melhor as mesmas velhas pessoas, dividir bons e maus momentos, virtudes e problemas. Filmes, livros, amigos, parentes, abraços, ombros, viagens, fotos, areia, mar, insônia, muita insônia, lugares novos, lembranças, despedidas, lágrimas… e por que não falar de alguns risos, como um intervalo de paz num meio duma guerra interminada e interminável? Talvez soldados contem piadas nas trincheiras.
Caberiam muitos meses da minha “vida comum” no mês de julho que se encerra. Outro mês seria necessário, mas a vida não pára e amanhã lá estamos nós de novo.
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julho 31st, 2005 at 21:16:00
Que esse intervalo de paz dure bem muito :*
arrasô!
agosto 1st, 2005 at 00:13:00
ai, ai. tá bom de arrasô né?
agosto vai ser gostoso, tu vai ver!
bjocas
agosto 1st, 2005 at 01:52:00
sempre disse que quando não quisesse algo que tivesse sido dado por mim devolvesse.
too late, né?
agosto 1st, 2005 at 10:32:00
ontem eu assisti um filme besta besta, mas com uma frase tão assim que fiquei surpresa. “a vida não é feita de cada dia que respiramos, mas dos momentos que nos tiram o fôlego.” e vamo que vamo junto
agosto 1st, 2005 at 23:32:00
Pior que é verdade. :]
Mas nem tô tão mal assim, aceitei muito bem, hehehe.
Não tive muito do que reclamar das minhas férias… aconteceu muita coisa nova e diferente, empolgante (finalmente algo novo em 16 anos de existência).
Gosto muito de ti, Esdras.
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agosto 2nd, 2005 at 01:20:00
Moço simpático, agora é bola pra frente, afinal, o mês é a’gosto do freguês. Você tem vários diazinhos para preencher com sorrisos, sol nascendo, música, enfim, várias coisas. Ah, e por falar em esperar, desesperar( no sentido de deixar de esperar), isso lembra planos, me lembra de que o Plono é não ter plano algum!
Abraço, beijão
agosto 2nd, 2005 at 15:54:00
acho mesmo que os soldados contavam piadas nas tricheiras. é o mesmo que gozar da sua própria desgraça. vale a pena tentar, esdras. hehehe. beijo em tu.
agosto 3rd, 2005 at 03:55:00
Não foi exatamente um mês de férias, e ainda foi o pior mês da minha vida, porque começou com um fim de um relacionamento, com a partida de uma pessoa que eu amei (e amo) muito. E mesmo assim, foi um mês intenso, e nossa terapia coletiva - por mais breve que possa ter sido - foi uma grande ajuda. For all of us. Grande abraço! Acho que agora temos o contato suficiente para não rolar apenas o casual encontro no lounge do Noise.