o importante é o show business!
"Que as palavras que falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor, apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos."

Oswaldo Montenegro,
em Metade
24 de agosto de 2006

Eureca!

 


"Eu vou te comer!"

 

 

Samantha Kestring explica o charme de José Mayer:


Deus, me dê paciência! diz:
que diabos vocês vêem no William Bonner e no José Mayer?
s a m m i e diz:
josé mayer tem cara de "vou te comer"
s a m m i e diz:
urgh

21 de agosto de 2006

Da série “Frases de uma noite de sábado”…

"Domingo é o dia em que até Deus pediu penico!"

(de uma conversa com Marquinhos e Danny Husk)
10 de agosto de 2006

Jah vem besteira



Armandinho. Foto em baixa resolução de propósito, pra não gastar espaço nem conexão com ele que já gasta nossos ouvidos

O título desse texto é o título do box duma página da Veja de 2 de agosto que tive gosto de ler. É justo: a página desce a lenhada no Armandinho, o maior mala da música atual, que tá tocando em todo buraco, e que apareceu num disco ao vivo que até então eu não sabia de onde tinha saído. Não é que o mala já tinha dois discos antes?

Bem, marquem uma consulta em seus dentistas e procurem a veja de 2 de agosto naquela pilha de Veja velha que eles guardam na recepção dos consultórios. Mas eu adianto esse trecho da reportagem sobre o disco ao vivo do mala do Armandinho e de Edu Ribeiro, outro chato que lançou um disco chamado Roots Reggae Classics:

Armandinho e Edu Ribeiro fazem “reggae de cachoeira”. São músicas que só têm o mais detestável do reggae: as letras sem pé nem cabeça sobre amor e natureza, as referências ao deus Jah e a idéia de que a maconha é uma erva sagrada. Armandinho iniciou a carreira nos botecos de Porto Alegre e gravou dois discos até ser contratado pela gravadora Universal. Ao Vivo reúne o supra-sumo de sua arte. Em Desenho de Deus ele diz: “Quando Deus te desenhou / Ele tava namorando / Na beira do mar do amor…”. Mas nada se compara a Folha de Bananeira, que introduz uma nova rima no português: “A folha é boa, a erva é fina / Fumo na boa só pra pegar as menina“. Ribeiro é mais autêntico, a começar pelos dreadlocks aquelas tranças ensebadas. Nascido na periferia de São Paulo, ele começou a carreira no movimento hip hop, mas logo trocou o rap pelo reggae. “Sou do gueto, mas gosto de falar de amor”, diz. Me Namora, seu sucesso, foi composto para uma menina que o esnobou. Ao tocar recentemente no Domingão do Faustão, o apresentador olhou Ribeiro e disse: “Olha o que ela perdeu…”. Não, Faustão. Pelo conteúdo de Roots Reggae Classics, ela não tem do que se arrepender.
(Sérgio Martins, na Veja edição 1967, de 2 de agosto de 2006, pág. 124)

Em tempo, não confundam o Armandinho, o mala sem alça reggaeiro, com o fabuloso Armandinho de Pernambuco:



Armandinho, grande tocador de bandolim.


 
Manifesto
o segundo passado, antes de qualquer coisa, virou história; histórias, sobretudo, servem para ser contadas. cada um de nós é protagonista de sua história, e sua vida seu respectivo palco. vivendo e convivendo, somos protagonistas, coadjuvantes e figurantes de bilhões de histórias. não havendo graça no abismo do anonimato, exponho aqui a minha história. ela é contada em forma de fatos e idéias, sem personagens, maquiagem ou playback, para receber aplausos ou tomates – jamais me ocultando com cortinas. no fim das contas, seja a história dramática ou cômica, o importante é o show business. está tudo aí, pra quem quiser ver.
 
Eu
Esdras Beleza de Noronha, 25 anos, Fortaleza // bacharel em Computação pela Universidade Federal do Ceará // livros e filmes de estilos diversos, alguma coisa de britpop, indie rock e rock nacional, fotografia amadora, programação, redes, Linux. Em eterno processo de aprendizagem.
 
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Eu concordo
"Não cometas nenhum ato vergonhoso, nem na presença de outros, nem em segredo. A tua primeira lei deve ser o respeito a ti mesmo."
(Pitágoras)

 
"Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém."
(São Paulo)

 
"Tenho interesse no futuro porque vou passar lá o resto do meu tempo"
(Charles F. Kettening)
 


 

 

 

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