Lembram do meu último texto sobre quadrinhos, dias atrás? Começou ali. Acabei achando, em comunidades do orkut, links para revistas digitalizadas e traduzidas. E em algumas madrugadas fui dormir mais tarde, tentando matar a sede insaciável de voltar a ler quadrinhos.
Depois veio Lost. Até minha psicóloga riu quando falei que nunca tinha visto Lost antes. Comecei a ver. No começo parecia inofensivo, nem parecia ser aquilo tudo que as pessoas diziam… Quando menos percebi, já estava viciado, procurando respostas, pensando em explicações pros mistérios da tal da ilha.
Achei no Submarino um joystick pro computador em promoção, com frete grátis e parcelado em várias vezes. Mesmo liso, comprei. Agora passo algum tempo no computador jogando as coisas que para eu jogar antigamente tinha que poitar o Mega Drive ou o Super Nintendo do vizinho ou pagando o caro aluguel da locadora, e sem aquele desconforto nojento de jogar com o teclado.
Mas eu ainda podia ir mais fundo, aí vem os amicíssimos Mônica e Pedro e ensinam pra mim como jogar pôquer. E eu gostei. Até então, eu nunca havia entendido porque toda vez que um grupo de amigos meus marcava de sair ficavam uns ilhados (hã… ilha? Lost?) numa mesa jogando pôquer.
Está difícil estudar e trabalhar. É o fundo do poço. E é muito confortável aqui embaixo…