Nothing changes on New Year’s Day

2 de janeiro de 2009   —   00:03:06
No fim tu hás de ver que as coisas mais leves
são as únicas que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento…

(Mário Quintana)

Engraçado o número de pessoas que vi por aí dizendo “ainda bem que esse ano chato tá acabando”, com o fim de 2008. As pessoas, inconscientemente, têm essa idéia de usar a marcação dos anos pra marcar épocas boas ou ruins. E as pessoas acabam se prendendo mais a dois ou três fatos ruins que a uma dúzia de coisas boas, ou esperando um novo ano pra fazer as coisas mudarem.

Todo fim de ano e ano novo é a mesma coisa: planos, resoluções de ano novo, uma lista de coisas que a gente promete pra si mesmo. E desde 31 de dezembro de 2008 penso sobre como estou começando 2009 dum jeito completamente despretensioso.

Nada de grandes idéias ou metas enormes. Apesar dos pesares, 2008 foi um ano bom. Pra 2009, apenas uma idéia de continuidade: seguir com as coisas que já estão bem em seu caminho. Continuar trabalhando em tudo que está bom e deixar as coisas fluirem…


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  1. Yana disse:

    Desculpa, eu tava viajando.

    Bom, já disse pra que serve o "reveillon". Pras pessoas que esperam a segunda pra começar uma dieta, o natal para serem solidários, existe o ano novo, caso queiram mudar de vida. =} (o que, claro, não deixam de ser uma ilusão, como em todos os outros casos).

  2. susanna disse:

    tu és um ser estranho no meio da computação :

    twitter – blog – all star vermelho – (L) mac.

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