Malhação? Não, é um trecho da sinopse de Harry Potter e o Enigma do Príncipe, direto do site do UCI.
No alarms and no surprises
| Trilha sonora recomendada: Radiohead – No surprises Muse – Hysteria Chico Buarque – O que será |
Meses atrás, num desses dias chatos em que a vida não parece tomar rumo nenhum, um amigo meu – Alex, cadê você? – disse que eu precisava ver um pôr-do-sol. E lá fora tá caindo uma chuva grossa daquelas, não dá pra ver direito os prédios a dois quarteirões daqui, e algo me faz falta e eu não sei o que é, sei que está numa duna distante duma praia do sul e eu queria agora. Mas como disse a Joana agora há pouco, momentos como esses parecem valer pra vida toda; a gente sente falta deles, mas eles vêm sozinhos, na hora certa… sabem o caminho.
E você quer ler um livro, quer ver os amigos, ou simplesmente ficar na sua sem pensar em nada, mas tem 472 milhões de coisas na sua cabeça te consumindo e você não sabe o que fazer com elas. A chuva tá caindo mais grossa ainda lá fora, você – eu – solta uma risadinha forçada pensando quando vai cair a primeira pedra de granizo na sua janela… mas você tá suando dentro do quarto, dá pra sentir o coração batendo pesado e o peito oscilando, tá passando alguma coisa sem graça na TV, você quer sair dali mas não sabe pra onde nem como, tem outras coisas pra fazer e não há um pingo de disposição batendo no vidro.
No meu minúsculo tempo livre, tô tentando ler os livros que estão pela metade. Uns eu nem sei por que parei de ler, outros me lembram alguma época chata por que passei quando estava lendo e me causam alguma repugnância. Livros pela metade numa prateleira são pendências e pendências – livros abertos esperando duma conclusão – não me fazem bem.
Ê domingo chato.
Não é por menos, vejam só que maravilha meu cotidiano: da casa pra faculdade, da faculdade pro inglês, aí engulo alguma coisa que deveria se chamar almoço, corro pro estágio e, umas sete da noite, volto pra casa devidamente moído. Aí não aguento mais olhar pra computadores, quero comer, deitar, tomar um banho… aí tenho que estudar também, e resolver alguma coisa que tenha ficado pendente durante o dia.
Aí chegam os fins de semana, certo? Errado. Alguns sábados de manhã acabam indo parar em horas extras do estágio pra faturar algum dinheiro extra. Aliás, dinheiro é um treco que vicia. Quanto mais você ganha, mais você quer ganhar. Quando você percebe, está engrossando as fileiras das pessoas que estão perdendo saúde pra ganhar dinheiro, e que daqui a uns anos estarão perdendo dinheiro pra ganhar saúde.
No sábado à tarde, até meados de julho ou agosto, estarei ocupado com um curso. Sim, curso sábado à tarde, pra ter um item a mais no currículo e um emprego melhor daqui a um tempo. Sacrifício, investimento, loucura, tem vários nomes. Quando penso no horário e no cansaço, é sacrifício. Quando penso no emprego que posso ter daqui a um tempo, é investimento. Quando lembro que tenho hobbies, amigos e sono, eu chamo de loucura.
Como se não bastasse, parece que mexer mais com computadores acaba diminuindo a inspiração da gente. Deve ser por isso que a maioria da turma da faculdade não escreve bem e assassina a língua-mãe, mas faz conta que é uma beleza.
E assim, pouco a pouco, a gente vai pirando. Mas qualquer dia escrevo mais alguma coisa aqui.
Pensando na minha experiência de ouvinte, em algumas habilidades pessoais e em ganhar uma grana extra, decidi salvar minhas amigas através do fabuloso
Aula 1: Lugar de cachorro é na carrocinha
Essa aula ensina princípios de como tornar-se um homem de boa conduta moral, deixando de ser galinha. Aplica-se a homens solteiros ou não e é praticamente um pré-requisito para todas as outras aulas. Aqui aprende-se a parar de mentir pra cocota e de tratar seres humanos como objetos. Quem não gostar dessa aula, desista das outras.
Aula 2: Aprendendo a ter coragem
Coragem não se resume a não ter medo de barata, o homem frouxo é a versão masculina da mulher cu doce e é uma tragédia (você não imagina o que já tive de ouvir por causa deles). O homem deve saber o que quer e ser decidido, ou então ficar em casa brincando de Comandos em Ação.
Aula 3: Quem não dá assistência abre concorrência
Alguns amigos meus preferem deixar a namorada em casa e ir sair com os amigos. Nada contra sair com os amigos, mas a partir do momento que isso se torna constante, temos um problema, e o sujeito acaba perigando levar um belo dum chifre. Ah, quem mandou ir jogar beber cerveja assistindo futebol com os amigos?
Aula 4: Presentes: como escolhê-los e embalá-los?
Módulo extra: Oficina de embalagens
Homens são péssimos em escolher presentes e isso é um fato, principalmente quando se trata de jóias, acessórios, sapatos… Fora que embora seja algo básico, algumas pessoas esquecem que presente exige embalagem e dão o presente parecendo algo que eles compraram pra si mesmos. Tsc tsc.
Aula 5: Como fugir dos sogros
Boa parte dos casais tem aquele famoso horário proibido, onde ele não pode pisar na casa dela. Esse horário às vezes é burlado, e este módulo prima em treinar o namorado para manter a calma e fugir, sem que seu sogro ou sogra o faça virar um eunuco.
Aula 6: Tornando-se um discípulo do Mestre Wando
Dispensa explicações: uma pitada de safadeza é fundamental.
Aula 7: Superando a dor da perda
Elas reclamam, levam chifre, pé na bunda, ouvem desaforo, mas no fim das contas algumas mulheres não suportam ser bem tratadas e, após você aplicar os princípios aprendidos nas aulas anteriores, provavelmente vão trocar você por um brutamonte com QI menor que um smurf. Não, não é hora de virar um homem cachorro. A esperança é a última que morre e essa aula tenta manter acesa a chama da esperança em seu coração. (que lindo)
Aula 8: Considerações finais
Revisa as aulas passadas e pontos importantes. Além de evitar futuros chifres, você ainda ganha um diploma.
O currículo é esse e está devidamente preparado. Caso alguma amiga minha queira patrocinar e dar sugestões, por favor, entre em contato!
Um dia ainda vou escrever um livro chamado Arquitetura para não-arquitetos – Relatos da convivência com profissionais notívagos esquisitos. Por enquanto, seguem meus esboços iniciais.
Antes de qualquer coisa, admita que tudo que você pensava que sabia está errado. E aquela coisinha entre o corrimão da sua escada e a escada propriamente dita que você nem percebia que existia tem nome.
Mão francesa: Pelo que entendi, é um treco inclinado que serve pra segurar uma estrutura. Onde viram uma mão francesa, Deus sabe.
Planta baixa: representação num plano de uma construção vista de cima, sem o telhado. Lembra do filme Dogville e dos apartamentos nos classificados? Pois é.
Pé direito: pé direito é a altura entre o piso e o teto. Não me pergunte por que é direito e não esquerdo.
Pergolado, também conhecido como pergo-o-quê?: é uma estrutura apoiada em colunas, feita de elementos paralelos, tipo umas tábuas de madeira, alvenaria, concreto.
Pivotante e basculante: uma porta, portão ou qualquer coisa que gire ao redor dum eixo vertical é pivotante. Tipo 98,7% das portas que se vêem por aí e algum arquiteto desocupado (se é que existe um) decidiu classificar. Quando gira ao redor dum eixo horizontal, é basculante.
Guarda-corpo: não é um caixão. Acredite, guarda-corpo é uma grade de proteção usada em escadas, balcões… Se tivesse uma na escada daqui de casa há uns anos, uma empregada nunca teria ficado entalada entre a parede e a escada. Mas isso é outra história.
Vigas e pilares (essa é fabulosa e guardei pro final!) : todo mundo pensa que são a mesma coisa, mas em resumo, vigas são horizontais e pilares são verticais! Um pilar redondo é uma coluna! (o trecho riscado gerou polêmica e falta de consenso) E não confunda os dois perto dum arquiteto. Eles vão fazer careta e se sentir superiores.
A partir de agora, você não precisará chamar essas fabulosas estruturas de “aquele troço ali, ó!”, porque eu tive o trabalho de descobrir o nome (enquanto alguém devia pensar “que burro, não sabe o que é um pergolado…” e ria por dentro).
E por favor, estou aberto a sugestões, adições e correções.
Para todos aqueles que oferecem a alguém perdido um ombro.
Para aqueles que ofereceram.
A primeira manhã de um homem sozinho
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“Você chorará; a seus lábios virá o nome da amiga que você deixa, e às vezes seu pé se deterá no meio do caminho. Mas quanto menos você tiver vontade de partir, mais você deve pensar em partir. Persista e force seus pés a correr, apesar de não quererem. (…) Não pergunte quantas milhas você percorreu, mas quantas faltam a percorrer”
Ovídio, em A Arte de Amar
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Sentia frio. Fazia um pouco de sol, é verdade, não era o dia mais quente, naturalmente não haveria razão para tanto. Mas sentia frio. Um frio que vinha de dentro pra fora, um frio que algumas pessoas conhecem muito bem. Olhou para o céu, e viu as nuvens. As nuvens o deixaram com medo, muito medo. Elas faziam parte de um sonho, um sonho desfeito. Como a chuva. Um banho de chuva. E teve pânico quando pensou na chuva. Imaginou-se sob a chuva, caso ela viesse. Ela seria ácida, e viria corroendo sua pele e seus ossos, desgastando seu corpo, que se derreteria, se dissolveria.
Lembrava o tempo todo das palavras que ela dissera há cerca de doze horas, de como elas pareciam sem sentido e de como as coisas perderam o sentido após ouvi-las. Aquilo apertava-lhe o coração, sentia uma angústia, uma dor. Só ele e Deus sabiam o que acontecia dentro dele agora. Era uma dor que não cabia em si, que não cabia nele, como algo que se guarda em um recipiente incompatível, insuficiente, apertado, pequeno, mas que mesmo assim era guardado. E era fabuloso como era necessário tanto espaço… apenas pra comportar um grande vazio.
Na dinâmica dos fluidos aplicada à vida, quando algo sai do lugar, alguma coisa tem que preencher aquele espaço que estava preenchido anteriormente. O homem mais feliz do mundo não andaria mais em Pasárgada e agora tinha como nova companheira aquela dor enorme, e sabia que ela o seria por um tempo indeterminado. Precisaria matar aquele tempo. Pensava no que faria nas próximas horas, precisava ocupar-se até a hora de dormir, quando enfim seu corpo repousaria. E quando acordasse no dia seguinte, o que faria? E no próximo? E no próximo? A nossa cultura diz que o tempo tudo resolve, mas ninguém nunca disse quanto tempo. Mas sabia que precisava matar o tempo. Quanto tempo? Quanto tempo, meu Deus?
Continuou sua caminhada, parecia competir com o tempo para ver quem andava mais devagar. Pressa pra quê? Mas uma hora chegou na parada do ônibus. Pegou um ônibus, observava as mulheres no ônibus e nas ruas, tentava sentir alguma coisa, mas até as que racionalmente seriam as mais bonitas agora estavam completamente sem graça. Não serviam. Não serviriam. E a cada olhar forçado, sua mente lhe devolvia um nome. É, elas não serviam. E não adiantaria insistir.
Iria pra casa empurrar algo goela abaixo, iria se encontrar com um amigo logo em seguida. Precisava preencher todo seu tempo, sufocar o desespero. Depois, não saberia o que fazer. Pensaria nisso depois. E assim as horas passariam, esperava. Na verdade, nem sabia o que esperar. A pior sensação que existe surge numa sequência de formação a partir da negação dum elemento anterior, da negação da esperança. Estava consumido pela pior sensação de qualquer universo: a desesperança. Na forma dum olhar fosco.
Era a primeira manhã de muitas outras que viriam. Era a primeira manhã do resto da sua vida. Do resto dos restos da sua vida.

Dias cheios. Foi bom conhecer novas pessoas e conhecer melhor as mesmas velhas pessoas, dividir bons e maus momentos, virtudes e problemas. Filmes, livros, amigos, parentes, abraços, ombros, viagens, fotos, areia, mar, insônia, muita insônia, lugares novos, lembranças, despedidas, lágrimas… e por que não falar de alguns risos, como um intervalo de paz num meio duma guerra interminada e interminável? Talvez soldados contem piadas nas trincheiras.
Caberiam muitos meses da minha “vida comum” no mês de julho que se encerra. Outro mês seria necessário, mas a vida não pára e amanhã lá estamos nós de novo.
Em junho, consegui realizar um sonho antigo: uma guitarra. Até agora aprendi alguns acordes, ando melhorando as pestanas e começando a treinar solinhos. Mas quando eu cismei de comprar um pedal, começou a confusão.
Na quarta-feira (14 de julho), eu andava pela Feira da Música atrás duma loja que vendesse pedais usados pra guitarra. Me deparo com o stand da Interarte, que vende instrumentos usados, falo com um sujeito que trabalha lá e ele me fala que eles vendem pedais usados, e que os levaria no dia seguinte (quinta).
Na quinta-feira, acordo, junto meus trocados, embrulho num papel e ponho na Zona de Acesso Restrito, afinal eu tava indo de ônibus. Chego na Feira da Música, pago mais 4 reais de entrada e me dirijo ao stand da loja. O cara vai e diz que não levou os pedais, pois o carro já estava lotado com os instrumentos (quem já viu um pedal de guitarra sabe que cabe em qualquer espaço vazio…).
Mas da sexta-feira o pedal não me escaparia. Acordo cedo e me dirijo à loja citada, no Centro. Ponho, enfim, as mãos – e os pés – no pedal: um BOSS SD1 (Super OverDrive). Parecia estar tudo ok, mas era só o começo do pesadelo.
Comprei uma fonte pro pedal, chego em casa, toco um pouco. O pedal funciona, exceto o fato de não acender o led. Ok. Desligo tudo, mais tarde tento tocar e nada do pedal funcionar ou do led acender.
Levo o pedal na casa do amigo Igor para testar na fonte dele, com outros cabos, etc. etc. O pedal funciona que é uma beleza, inclusive o led. Ou seja, o problema é a fonte.
Supondo que o problema fosse minha fonte, levo o pedal e a fonte para a loja onde foi comprada a fonte. Lá trocam minha fonte por várias outras, testa-se o pedal e nada dele acender. Ou seja, o problema é o pedal.
Levo o pedal para a loja em que o comprei, falo que o pedal não está ligando. O cara da loja liga o pedal, o qual funciona calmamente e me deixa com cara de besta na frente do vendedor. Ou seja, o problema é a fonte.
Levo numa loja próxima de venda de fontes, testo uma fonte e nada dele ligar. Ou seja, o problema é o pedal.
Levo em outra loja, também de fontes, testo outra fonte. O pedal liga e compro a fonte. Ou seja, o problema é a fonte.
Volto pra casa feliz, e, quando ligo a fonte no pedal, nada novamente do pedal funcionar. Fico puto e levo o pedal num eletricista aqui perto. Ok. Ele dá uma olhada, testa, testa, testa, e pede pra eu deixar o pedal lá e ligar no dia seguinte.
No dia seguinte, acordo cedo, ligo pra lá e o cara diz que o pedal tá ok e pra eu ir lá pegar de volta. Sigo feliz e triunfante, pensando que vai dar certo. Quando chego lá, ele vai dar um último teste: o pedal falha novamente. Ele pede para que eu volte a ligar após o almoço.
Ligo após o almoço. Ele pede para eu ir lá pegar o pedal. Vou com 10 reais no bolso. Chego lá, o cara vai testar e o pedal funciona. Ele cobra 15 reais pelo serviço. Ok. Pego meu pedal, venho pra casa, ponho mais 5 reais no bolso, volto pro eletricista e pago os 5 reais restantes. Volto para casa e faço um pouco de barulho distorcido, morto de feliz, com o pedal que, até então, funciona. Desligo o pedal e guardo a guitarra.
Cerca de 2 horas depois, minha mãe chega e vou, então, mostrá-la o pedal funcionando. “Olha, mamãe, o pedal”. Piso no pedal. Nada dele funcionar ou do led acender. Piso de novo. E de novo. O pedal falha e, pela segunda vez, me deixa com cara de besta. Agora na frente da minha mãe, que ri da minha cara.
Puto, volto novamente pro conserto com o pedal. Rindo da situação, chego lá e informo novamente os eletricistas que o pedal falhou de novo. Deixo o pedal novamente pra consertar, e pedem-me para voltar no dia seguinte.
Volto no dia seguinte e pego o pedal, já pensando se vou precisar levá-lo num pai de santo ou num exorcista. O cara testa o pedal, que enfim dá certo. Trago-o pra casa. Ok.
E até hoje, volta e meia eu ligo o pedal só pra pisar e ver se ele presta, sem nem tocar. Até o fim desse post, ele tava ok. Se eu tiver contado certo, fui 2 vezes ao Centro de Convenções, 2 vezes ao Centro da cidade e 7 vezes na eletrônica perto aqui de casa.
Ah, alguém aí quer comprar a fonte extra que comprei?
Saudade é bom sentimento,
Maldade é esquecer.

Poucas vezes a vi pessoalmente, estive ao lado dela não mais que algumas horas. Conversamos pouco também, mas deu pra conhecer alguma coisa dela e saber muita coisa bacana. Talvez ela nem lembre disso, mas ela soube, por vezes, dizer o que eu precisava ouvir sem sequer eu pedir por isso. Foi pouco tempo, sim, mas o suficiente pra se tornar inesquecível.
Escrevi por aqui sobre ela há um tempo, onde inclusive citei os dois versos que hoje servem de título pra esse texto. Saudade é bom sentimento, maldade é esquecer. Não sei se lamento o azar dela já ir embora ou comemoro a sorte de conseguir tê-la conhecido, e acima dessa dúvida boba está a certeza absoluta de que sentirei saudades.
A Lucía conquistou minha amizade e meu respeito. Por aqui ela será sempre bem-vinda e encontrará um lugar seguro no coração de todos nós, e nessa hora não falo apenas por mim, mas assumo o nome de todos que tiveram a oportunidade de ser amigos dela, e sei que essas pessoas vão assinar embaixo.
Quem disse que ia ser fácil? No meio de algumas lágrimas, deixo aqui a minha mensagem de despedida. Tchau Lucía… Tudo de bom daqui pra frente! Qualquer coisa estamos por aqui; longe, mas estamos. E, mais uma vez em nome de todos nós, obrigado por tudo.

A primeira vez que lembro de ter visto o céu essa hora e ter achado bonito foi uma vez que voltei tarde (ou seria cedo?) pra casa em maio de 2000, quando voltei duma ida à Praia de Iracema. 2000 foi o melhor ano da minha vida e em 2003 eu vou repetir a dose.
Se você é como eu e liga pra pieguices como olhar o céu, quando virar a noite não deixe de olhar pra cima às 4 e meia, cinco horas, é bonito e menos banal que ver o sol se pôr, e quem sabe seja até mais romântico?
Bem, taí a dica.
Obs. 1: Eu podia citar “Mas é claro que o sol vai voltar amanhã…” mas em todo blog tem isso, já perdeu foi o sentido, nah, não aguento mais…
Obs.: 2: Tirar fotos do sol podem detonar a câmera se você apontar muito tempo. CUIDADO se for fazer o mesmo. Obrigado pro Victor (o do topete) e pro Duílio.
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