o importante é o show business!
"Que as palavras que falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor, apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos."

Oswaldo Montenegro,
em Metade
4 de março de 2008

As pessoas

ou Momento diarinho: um texto ao vivo

Três horas vagas.

Três horas entre uma aula e outra. Eu devia estudar, se não tivesse esquecido o livro em casa. Ao invés disso, vou comer alguma coisa, e penso em como vou preencher as próximas horas. Comecei comprando uma caneta. Minha antiga caneta azul acabou a tinta, após anos de bom trabalho. Ela exercia sua função com maestria desde agosto de 2005.

Saio do shopping rumo ao CH. O Centro de Humanidades é o setor da universidade onde ficam as Casas de Cultura Estrangeira. Muito ali mudou, foi reformado. Mas não tarda para acontecer tudo mais uma vez, e as pessoas começam a surgir. Fazia dois anos que eu não andava ali àquela hora, mas acontece tudo de novo: eu encontrando vários amigos no ponto de encontro de anos atrás.

Parece que tenho 17, 18, 19 ou 20 anos de novo. Lembro como era bom encontrar os amigos ali, numa época que eu tinha menos preocupações. Alguns problemas de hoje até já existiam, mas eu me preocupava menos com eles. O tempo passa e a gente fica adulto e preocupado.

“Preciso de um ano sabático”, eu falei mais cedo pra uma amiga minha. 22 anos, quase 23, e o jovem de poucos anos atrás se sente velho e cansado. Faltou descanso e tempo pras coisas do coração. No fim das contas, não importa dinheiro e diploma, o mais importante da vida são as pessoas. Todo dia eu tento me convencer disso, enquanto a faculdade tenta me convencer do contrário.

Minha amiga respondeu dizendo que eu podia levar uma vida mais sabática ou coisa do tipo. E eu soube o que ela quis dizer.

(paro de escrever: felizmente interrompido por mais amigos, conversas, uma aula que não teve; volto pra casa e continuo a escrever horas depois)

Eu preciso aprender a conciliar as coisas. Não sei se isso me levou a escolher minha carreira profissional ou se foi o contrário, mas me tornei um homem de zeros e uns, de intervalos discretos bem-divididos – um homem de extremos. Quando me dedico a algo, esqueço o resto do mundo. Ou sou um vagabundo, ou sou um workaholic. Preciso descobrir o caminho do meio.

Ando com alguns planos pra tentar levar uma vida mais equilibrada, fazer coisas simples pra relaxar e aliviar a tensão. Por enquanto, hoje vou dormir feliz. Nada como as surpresas: um intervalo de três horas que tinha tudo para ser chato foi simplesmente espetacular e valeu o dia.

10 de janeiro de 2008

Férias!

“Férias” talvez seja a palavra mais bonita do dicionário. E, pela primeira vez em tempos, me afastei do blog não por excesso de obrigações, mas de prazeres.

Tenho me sentido estranho nos últimos dias. Na verdade, tenho tido sensações que há muito tempo não sentia. Começou quando as aulas acabaram e tive férias da faculdade. Depois veio o recesso de fim de ano, e me peguei sem aulas nem trabalho. Deus, há quanto tempo eu não tinha um dia pra ficar em casa, sem pensar em obrigações? Há quanto tempo eu não passava um dia sem me cobrar alguma coisa?

Sei que, nos últimos dias, tenho feito um esforço para cobrar de mim mesmo algum descanso, alguma atenção às coisas que gosto de fazer. Ler os livros atrasados, desenterrar aquele jogo antigo, pôr pra andar a lista de filmes, encontrar os amigos (e amor, vê se volta logo de viagem). Tenho tomado doses maciças de eu-mesmo que têm me feito um bem danado, e tento rejuvenescer hoje os anos que envelheci durante 2007, que já foi tarde.

Penso muito sobre a maneira como levei os últimos tempos, tanto trabalho, tantos estudos e tão pouca distração. Tenho uma preocupação constante sobre como tentar manter a calma quando tudo começar de novo, mas preocupações são algo que minha cabeça está tentando expulsar, eliminar, adiar, então guardo-as para discuti-las depois com quem puder me dar alguma luz.

Mas vamos ao que importa.

Zelda!Finalizei The Legend of Zelda - Majora’s Mask, pra Nintendo 64, que comprei há mais de 4 anos mas nunca tinha tempo pra jogar direito. Bem, agora preciso dum Nintendo Wii pra continuar jogando o resto da linha Zelda. Alguém me dá R$ 1.700,00?

Depois de assistir todos os episódios disponíveis de Lost e Heroes, fiquei órfão de seriados. Comecei a assistir House e Dexter. House é muito bom, o Silveira havia feito uma descrição básica do que se tratava o seriado e lembrei dela quando fui procurar por um seriado novo (meio estranho, não, procurar por seriados?). Dexter tinha sido uma recomendação do meu antigo professor de guitarra, quando eu fazia aulas.

House!

House. Isso vicia.

E tenho tentado pôr pra caminhar minha lista enorme de filmes também, mas House está atrapalhando tudo. E tenho tentado ler um bocadinho também. Como eu estava dizendo pra Cocota hoje via MSN, tenho muitos planos pra pouca vida. Se eu somar os livros que existem pra ler, os filmes pra assistir, os lugares pra conhecer, bem, acho que preciso dumas duas vidas.

No mais, tenho conseguido ver bastante as pessoas queridas que não vejo faz tempo. Semana que vem a Cocota chega de viagem pra eu matar a saudade. E, quando as aulas voltarem, eu estarei pronto pra outra. Espero.

30 de novembro de 2007

A realidade nua e crua


Malvados

(clique na figura pra ver a tirinha)

5 de setembro de 2007

Estrelas

O homem de negócios

O homem de negócios, em O Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry



 

“Você deve ter em mente que um caminho é só um caminho; se você sente que não deve segui-lo, não permaneça nele sob quaisquer condições. Para conseguir tanta clareza, você deve ter uma vida disciplinada. Somente assim você saberá que algum caminho é apenas um caminho e não é insulto, para si ou para os outros, abandoná-lo se assim pede seu coração. (…) Olhe cada caminho com cuidado e atenção. Tente-o quantas vezes achar necessário. Essa pergunta apenas um velho homem faz: possui esse caminho um coração? (…) Se possui, o caminho é bom; caso contrário, não lhe serve.”

Os ensinamentos de Don Juan, Carlos Castañeda, tradução livre

 

“Ele ganhou dinheiro
Ele assinou contratos
E comprou um terno
Trocou o carro
E desaprendeu a caminhar no céu
E foi o princípio do fim”

– Paralamas do Sucesso

 

“Boy, you’re gonna carry that weight,
Carry that weight a long time”

– Beatles

 

Acontece quando volto para casa de madrugada. Deixo pedaços de mim pelas ruas desertas, nas escadas que subo no escuro, nas escadas que eu subiria sem problemas até de olhos fechados, que tenho subido desde o primeiro dia em que aprendi a usar as pernas. Há o cheiro do cigarro alheio nas roupas, dormência nas pernas, sentida mais ainda em consequência da escalada dos já citados lances de escada, e uma mistura de alma lavada com o vazio de quem quer um pouco mais de tudo que acabou há alguns minutos.

Quanto maior a altura, maior a queda. Li em algum canto, já faz algum tempo, um depoimento duma artista que não lembro o nome – minha memória está ocupada por coisas que, francamente, não me servem – onde ela dizia que o complicado de sair do palco era que você num minuto estava interagindo com não sei quantas mil pessoas e pouco depois estava num quarto de hotel ou camarim vazio. Oh, alguém me entende.

Deixo um pedaço meu em cada abraço, talvez por isso às vezes tão forte; deixo ali um pedaço da minha alma que quer ficar sempre um pouco mais com cada pessoa boa presente no meu caminho, deixo uma parte minha que quer saber um pouco da vida de cada um, que quer presentear cada pessoa querida com algo de bom que nossa ciência ocidental jamais entenderá, algo como um desejo sincero de boa sorte.

E eu recebo, eu sei, um pouco disso tudo de volta, e é isso que me faz aguentar o tranco nosso de cada dia. Isso preenche o vazio por um tempo, depois vira um vício que, se não suprido, torna difícil acordar pras coisas sem coração.

A verdade é que me tornei um homem de ciência, e a ciência, amigos, não tem respostas, apenas perguntas. A ciência é como criança, por vezes sequer sabe o que fazer com o que tem nas mãos. E eu estou ali, dia por dia, ignorando o vazio da minha alma enquanto encho a cabeça com coisas que, se você olhar bem, não fazem sentido algum(!), mas você junta todas elas, dá alguma interpretação e toca adiante.

Sei que já fui feliz um dia. Hoje eu só sei que existo, não há tempo para pensar em felicidade enquanto me debruço sobre livros de perguntas que geram e alimentam perguntas. Pouco sei das pessoas que acolhi e me acolheram, porque estou ocupado numa eterna corrida, estou ocupado contando as estrelas que tenho e como fazê-las render.

Dia desses fui dormir pensando em amigos que alcançavam mais estrelas que eu. Hoje, após saciar meu antigo e saudável vício, eu só sei que vou dormir pensando em como tudo que eu cobicei e invejei tão pouco tempo antes era uma grande tolice. Tenho uma verdadeira riqueza comigo, que são as pessoas, talvez a única riqueza que faça sentido. E tive inveja de quem já fui, porque dessa riqueza eu já tive mais.

Mas agora sou, repito, um homem de ciência, de trabalho, de negócios. E eu não pergunto mais como meus amigos estão, eu peço resumos e relatórios, porque o tempo é curto e também é dinheiro. Hoje eu sou aquilo que o mundo quis que eu fosse e quer que eu seja. Na verdade, acho que estou indo além de qualquer cobrança alheia. Mas como disse um antigo professor meu que encontrei um dia no ônibus – outro homem de ciência, embora de outras ciências –, amor não enche barriga. Contemos estrelas, então.

Não há tempo para sentir qualquer coisa, não há tempo para amar, lamentar ou ter saudades, ou eu perco a conta das minhas estrelas. E, no domingo à noite, dispo-me de meus sentimentos para vestir o traje de homem de ciência na segunda de manhã, como uma fantasia dum carnaval de máscaras tristes.

Contemos estrelas, repito.

Contemos estrelas.



5 de julho de 2007

Um dia, quem sabe…

Minha vida tem sido correria e só correria. Provas. Trabalhos. Trabalho. Correndo, correndo sempre, contabilizando as horas, dormindo mal. Corro, sobretudo, atrás de sonhos, penso em estar dum jeito melhor e num canto melhor daqui a uns anos, e isso me sustenta de alguma maneira, me faz abrir os olhos por mais alguns segundos enquanto meu corpo quer dormir.

Às vezes bate uma sensação chata, talvez a realidade dando pauladas na minha nuca. Tudo bate numa coisa chamada dinheiro, e no fundo eu estou lutando por ele sempre. 24 horas por dia. 7 dias na semana. Sonhar é romântico, mas todo sonho e toda realização têm, na sua essência, uma certa ligação a dinheiro. E quanto mais brigo pra tentar encher os bolsos nem que seja a médio prazo, mais pobre de espírito me sinto. A vida tem mostrado, dum jeito chato, que o que move o mundo é dinheiro…

Não, não virei comunista. Apenas sinto falta de quando eu pedia dez reais pros meus pais, encontrava meus amigos e voltava feliz pra casa. A vida adulta é um saco, mas não posso passar a vida toda pedindo dez reais e essa é a realidade. Menos abraços, mais suor.

Por vezes ao dia sinto falta dum abrigo, de um lugar onde eu possa descansar sem ser descoberto. Sem cobranças, sem ordens, sem obrigações, sem barulho. Queria apenas lembrar que estou vivo e conseguir relaxar a mente e sentir o espírito. Quando a gente pensa que vai ter descanso, a vida vem e dá uma rasteira na gente, e já é hora de lutar de novo, com mais força… Isso cansa.

Queria dar menos o cano nos amigos, mas sempre tem um empecilho, uma obrigação, e tenho que correr pra me formar, ter um emprego legal, ter um currículo bom, poder dar alguma coisa pra quem já me deu tanto, recuperar o tempo perdido, me limpar de qualquer conformismo que venha a surgir do chão querendo se prender aos meus pés.

O tempo tem me deixado amargo, workaholic, sem assunto, afastado das coisas que acalentam o coração. Tornei-me um alienado, cheio de conversas sérias, usando muito a cabeça e pouco o espírito. O relógio corre depressa e penso se estou aproveitando bem: coisas que fiz ontem já têm semanas, textos tão recentes têm dois anos.

Só espero sentar um dia, a médio prazo, olhar pra trás e poder falar que tudo valeu a pena.

5 de junho de 2007

Alongamento

Nos últimos dias, venho dando passos mais longos que as pernas.

Pelo menos até agora, tenho chegado onde quero.

26 de fevereiro de 2007

Capitão de Indústria

Só sei que tenho sentido falta de muita, muita coisa. Do contato com os amigos, das noites de festa em que eu voltava de madrugada pra casa de alma lavada, da sensação de realização e felicidade que dão as coisas verdadeiras, que fazem bem pra alma e alimentam o espírito.

Sinto falta do tempo que eu dizia "Papai, me dá dez reais pra eu sair?", e eu saía e me divertia. Mas sempre chega aquela época em que a gente tem que se virar, e aí a gente começa a trabalhar, ainda que tenha que estudar ao mesmo tempo. E, na hora de sair, a gente simplesmente capota. E pede desculpas aos convites por causa do cansaço. À noite, com a cabeça no travesseiro, a gente pensa num monte de coisas que, se a gente for analisar, são uma grande bobagem.

Aquele caminho, mesmo o caminho-padrão de casa até os mesmos lugares de sempre, parece longo para quem dirigiu o dia todo ou pegou vários ônibus. E ainda tem a questão da violência urbana, uma vez que contabilizo vários amigos sequestrados, e é mais um fator pra eu evitar os antigos cantos. Acabei aposentando minha vida de rato do Dragão do Mar.

Até mesmo na hora de sentar no sofá e ver um filme, coisa que sempre fiz sem problemas, tenho estado cansado. Está ficando uma constante, pra mim, sentir um puta dum sono na hora dos filmes e cochilar encostado na cocota. E é também com ela que mal tenho conversado, porque quando a gente se vê, a gente está indo pro trabalho ou pra faculdade, saindo do trabalho ou da faculdade, com a cabeça a mim pensando em 472 coisas para resolver.

Trabalho é bom e ócio faz mal. Mas tem horas que sinto falta das coisas mais simples, tão essenciais…

… … …

Entro, então, na minha última semana de férias. E entro com um certo vazio, de quem olha pras últimas semanas e pensa que não deu tempo. Tempo pra dormir direito, pra ler uns livros, ver os amigos, dar atenção pra namorada com a cabeça mais relaxada, realizar projetos pessoais.

Parece que, ao sair do trabalho, o resto do meu tempo é preenchido com toda uma porção de coisas insignificantes, mas que tomam o resto do meu tempo. Então, na hora de dormir, olho pra trás e… cadê? O que eu fiz do meu dia?

Pra ouvir:
:: Paralamas do Sucesso - Capitão de Indústria
:: The Smiths - Heaven knows I’m miserable now

7 de janeiro de 2007

As aventuras de Esdras Beleza na repartição pública

Bem, faz cerca de um mês que comecei meu novo trabalho como bolsista numa repartição pública lá da faculdade.

Beleza. Cheguei lá, ficaram de montar um computador pra mim. Começou aí todo o embuste burocrático. O computador foi montado logo, mas só pode ser liberado dois dias depois, porque precisava da assinatura de Fulano pra ser liberado. Só que o Fulano ou tinha "acabado de sair", ou "tava chegando". E quando eu subia e descia as escadas atrás do Fulano pra liberar o computador, tinha funcionário que se irritava comigo, porque tinha que me ajudar a achar o cara. Porque eu tava querendo trabalhar e atrapalhando a vagabundagem alheia.

Aí aparece meu computador, beleza! Vamos começar a trabalhar. Pra começar a trabalhar, tem que esperar Beltrano aparecer. Mas Beltrano não aparece. E marca de aparecer, de fazer reunião, e nada do Beltrano. Aí lá vou eu atrás do telefone do Beltrano, pra ligar pra ele, pedir pra Beltrano aparecer, senão meu trabalho não sai. Aí ele finalmente aparece, uma vezinha, rabisca umas coisas no papel e me dá. Ok. E fica de aparecer depois.

Então eu peço por uma reunião, e felizmente sou prontamente atendido. Mas tem que passar umas coisas pro Sicrano, mas o Sicrano tá de férias. Dias depois o Beltrano me encontra, me pede um retorno, e fica de voltar no dia seguinte pra ir comigo conversar com o Sicrano. Mas o Beltrano não aparece conforme marcado, e então eu vou sozinho falar com o Sicrano. O Sicrano me atende prontamente, trabalha muito bem, mas me dá informações por e-mail pela metade. Quando vou de novo atrás do Sicrano, cadê o Sicrano? A sala do Sicrano tá vazia.

Enquanto isso, na sala vizinha à minha, tem um povo que passa o dia coçando e ganhando pra isso. Levam os filhos direto, que ficam brincando nos computadores, organizam altos piqueniques, passam o dia conversando. E trabalho que é bom, nada.



17 de novembro de 2003

1 de abril de 2003

Segunda, 31 de março de 2003.

Vou para meu primeiro dia na faculdade de Computação. Primeiro, ando uns 10 minutos até a parada do ônibus. Quando finalmente chega o Pici-Unifor, todas as cadeiras estão ocupadas. Beleza, eu vou em pé, então. Só que dali em diante, o ônibus começa a lotar, e fica um aperto desgraçado, que só acabou quando o ônibus parou no campus do Pici e todo mundo saiu. Bem vindo à Universidade Federal do Ceará.

Logo de manhã, houve a apresentação do pessoal do CA e da coordenação. Ótimo, só tem gente doida, heheh. À tarde, tive aula de Circuitos Digitais e Transmissão de Dados. :D

Terça, 1º de abril de 2003.

Hoje fui de novo para a parada do ônibus, só que pegando chuva. O ônibus, graças a Deus, estava mais vazio. Deu até pra ir sentado! Cheguei no campus do Pici e, junto com mais 3 alunos perdidos, achei a sala da aula de Álgebra Linear.

Durante a aula de Fundamentos de Programação, o professor fala que deveríamos aprender alemão e comprar um livro de 200 reais. Bem, no primeiro não acreditei, mas já tava querendo saber de onde ia tirar 200 reais. Tudo mentira, fazia parte do trote. Depois, o pessoal do CA invadiu a aula, separou os “bichos” em grupos, que foram colocados no palco do auditório, e “leiloados”…


Aqui está um resumo dos meus 2 primeiros dias de faculdade. Infelizmente, tenho que ir agora. Tô morto de cansado e amanhã de manhã quero ver se pego um ônibus vazio…


 
Manifesto
o segundo passado, antes de qualquer coisa, virou história; histórias, sobretudo, servem para ser contadas. cada um de nós é protagonista de sua história, e sua vida seu respectivo palco. vivendo e convivendo, somos protagonistas, coadjuvantes e figurantes de bilhões de histórias. não havendo graça no abismo do anonimato, exponho aqui a minha história. ela é contada em forma de fatos e idéias, sem personagens, maquiagem ou playback, para receber aplausos ou tomates – jamais me ocultando com cortinas. no fim das contas, seja a história dramática ou cômica, o importante é o show business. está tudo aí, pra quem quiser ver.
 
Eu
Esdras Beleza de Noronha, 23 anos, Fortaleza, Computação na Universidade Federal do Ceará, livros e filmes de estilos diversos, alguma coisa de britpop, indie rock e rock nacional, fotografia amadora, programação, redes, Linux. Em eterno processo de aprendizagem.
 
:: Perfil no orkut
 
 
 
 
Eu concordo
"Não cometas nenhum ato vergonhoso, nem na presença de outros, nem em segredo. A tua primeira lei deve ser o respeito a ti mesmo."
(Pitágoras)

 
"Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém."
(São Paulo)

 
"Tenho interesse no futuro porque vou passar lá o resto do meu tempo"
(Charles F. Kettening)
 


 

 

 

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