o importante é o show business!
"Que as palavras que falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor, apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos."

Oswaldo Montenegro,
em Metade
30 de novembro de 2003

Sexta-feira foi a estréia dos Aerolitos na Calourada de Psicologia no CH2, o Centro de Homossex… ops, Centro de Humanidades 2 da UFC. Como eu sou amigo do pessoal da banda eu sou meio suspeito pra falar, mas a platéia presente curtiu um bocado. Meu único lamento é que o show foi curto, 9 músicas apenas. :(

Eu não podia deixar de comentar. A frase da noite vai pra Rejane, que disse que “sentiu falta da minha ausência”. Ela disse que se perdeu com as palavras e que sentiu minha ausência (a gente raramente se vê). Tá bom. Eu acredito…

Virei a noite estudando. Foram 27 horas acordado direto, mas se Deus quiser vou tirar uma nota decente na prova de Cálculo I que fiz sexta. A prova nem tava tão difícil, mas mesmo assim ainda bate o medo de ter errado algumas besteiras. Rezem por mim.


Hole In My Soul
(Steven Tyler, Joe Perry, Desmond Child)

I’m down a one way street
With a one night stand
With a one track mind
Out in no man’s land
(The punishment sometimes don’t seem to fit the crime)

Yeah there’s a hole in my soul
But one thing I’ve learned
For every love letter written
There’s another one burned
(So tell me how it’s gonna be this time)

Is it over
Is it over
Is it over
‘Cause I’m blowin’out the flame

Take a walk outside your mind
Tell me how it feels to be
The one who turns the knife inside of me
Take a look and you will find there’s nothing there girl
Yeah I swear, I’m telling you girl yeah ’cause
There’s a hole in my soul that’s been killing me forever
It’s a place where a garden never grows
There’s a hole in my soul, yeah I should have known better
‘Cause your love’s like a thorn without a rose

I’m as dry as a seven year drought
I got dust for tears
Yeah I’m all tapped out
(Sometimes I feel broken and can’t get fixed)

I know there’s been all kinds of shoes underneath your bed
Now I sleep with my boots on but you’re still in my head
(And something tells me this time I’m down to my last licks)
‘Cause if it’s over
Then it’s over
And it’s driving me insane

Is it over
Yeah it’s over
And I’m blowin’ out the flame

Take a walk outside your mind
Tell me how it feels to be
The one who turns the knife inside of me
Take a look and you will find
There’s nothing there girl, yeah, I swear
I’m telling you girl yeah ’cause there’s a hole in my soul
That’s been killing me forever
It’s a place where a garden never grows there’s a hole in my soul,
Yeah I should have known better
‘Cause your love’s like a thorn
Without a rose


(recomendo também o clip dessa música)

24 de novembro de 2003

banana.gif banana.gif

Eu vou.

CH2 pra quem não sabe é o Centro de Homossex… ops, Centro de Humanidades 2. Fica lá na Av. da Universidade, próximo da reitoria da UFC, entre o Shopping Benfica e as Casas de Cultura. Aerolitos é a banda da Alinne, do Igor, do Odorico e dum cara que não conheço chamado Wescley, Wesclei, sei lá (e NÃO SOU EU).



Rápidas…

Saudades da Lucía. :~ É chover no molhado dizer isso, todo mundo que a conhece sabe.

Essa vai ser uma semana bem corrida. Provas, trabalhos… O blog vai ficar parado um pouco. Entendam: se eu tirar 8 na prova sexta, me livro pra valer da cadeira de Cálculo I. E segunda-feira que vem tô livre de outra cadeira. Me desejem boa sorte.

Por enquanto é só. E vou postar o panfleto dos Aerolitos. :)

21 de novembro de 2003

Saudade é bom sentimento,
Maldade é esquecer.

Nessa foto aí em cima estamos eu e a Lucía, essa pessoa cativante, alegre e cheia de energia positiva. Conheci ela há pouco mais de dois meses, e, dias depois, soube da notícia de que ela iria embora em dois meses. Bem, esse tempo passou depressa e a Lucía vai embora amanhã de volta pra Argentina, de onde saiu há quatro anos.

Poucas vezes a vi pessoalmente, estive ao lado dela não mais que algumas horas. Conversamos pouco também, mas deu pra conhecer alguma coisa dela e saber muita coisa bacana. Talvez ela nem lembre disso, mas ela soube, por vezes, dizer o que eu precisava ouvir sem sequer eu pedir por isso. Foi pouco tempo, sim, mas o suficiente pra se tornar inesquecível.

Escrevi por aqui sobre ela há um tempo, onde inclusive citei os dois versos que hoje servem de título pra esse texto. Saudade é bom sentimento, maldade é esquecer. Não sei se lamento o azar dela já ir embora ou comemoro a sorte de conseguir tê-la conhecido, e acima dessa dúvida boba está a certeza absoluta de que sentirei saudades.

A Lucía conquistou minha amizade e meu respeito. Por aqui ela será sempre bem-vinda e encontrará um lugar seguro no coração de todos nós, e nessa hora não falo apenas por mim, mas assumo o nome de todos que tiveram a oportunidade de ser amigos dela, e sei que essas pessoas vão assinar embaixo.

Quem disse que ia ser fácil? No meio de algumas lágrimas, deixo aqui a minha mensagem de despedida. Tchau Lucía… Tudo de bom daqui pra frente! Qualquer coisa estamos por aqui; longe, mas estamos. E, mais uma vez em nome de todos nós, obrigado por tudo.

19 de novembro de 2003

Rápidas…

Hoje, ou melhor, ontem (terça) tive a segunda e última injeção de antibiótico. A quarta-feira será o último dia do meu feriadão decretado pelo atestado médico que consegui segunda por causa da minha coleção de doenças. Uma pena. Na quinta-feira, estarei novamente de manhã reencontrando os colegas no Pici-Unifor e dando aquele abraço caloroso neles, ou melhor, calorento. Yes stress, amanhã eu tô de volta pra senzala.

A injeção de hoje deixou meu braço inchado por um tempo. Eu devia ter pedido pro cara pra dar a injeção nos dois braços, eu sentiria por um tempo como é ter o braço toradão. Em 2001, o Jean-Claude Van Damme (ou seja lá como se escreve) esteve no Brasil e foi ao Domingo Legal mostrar seu físico. No dia seguinte, uma menina da minha sala do 2º ano disse mais ou menos assim: “O Van Damme é assim torado mas aquilo é bomba, é só na frente que ele é musculoso. O braço dele é fino igual o do Esdras”, e ainda puxou meu braço pra mostrar. Pobre Van Damme.

Eu ia botar mais um vômito sentimental hoje mas poupei os amigos leitores, que parecem andar já poucos. Quem sabe mais tarde, amanhã ou nunca eu bote. Beijos pra Monique e pra Natalia, que nas últimas noites me aturaram com maestria quando precisei falar sério.

O pessoal dos colégios e faculdades particulares entrando de férias e o cara de panela aqui estudando até o fim do ano. E ainda chega uma professora minha dias atrás pra dizer: “Pessoal, tenho uma boa notícia! Talvez eu termine a matéria antes do Natal!” Só pode ser sarcasmo.

Que bacana, 2 e 23 da manhã e alguém me bina. “Que bacana, lembraram de mim 2 e 23 da manhã!”, penso eu, “Que pessoa insone lembraria de mim ainda mais nessa hora?”. Quando olho o celular é meu irmão que me binou pra eu abrir a porta, como sempre faz quando chega de madrugada. Obrigado a ele pelo meio segundo de felicidade.

18 de novembro de 2003

E Esdras Beleza, o Colecionador de Doenças, foi à farmácia tomar injeções receitadas por um médico.
A enfermeira tarada queria porque queria ver minha bunda.
Quer tomar no bumbum ou no braço?
No braço.
No bumbum dói menos.
Eu quero no braço mesmo.
Melhor no bumbum, dói menos.
Se você disser é que vai doer mesmo. Eu tô acostumado com agulhada, eu sou diabético.
É, mas sua seringa é subcutânea, essa é intramuscular.
Eu já tomei agulhada no pé. Dá no braço mesmo.
A tarada desistiu do meu popozão (ô.) e deu no braço mesmo.
E acabou que nem doeu tanto. Ela disse que eu era o primeiro homem a dizer que não tinha doído e disse pro meu pai que eu era um cabra macho (ele deve ter ficado orgulhoso). Só sei que amanhã tem outra. Espero que eu consiga o mesmo sucesso.


17 de novembro de 2003

Quem sabe com ela eu veria as tardes
Que sempre me faltaram
Como miragens, como ilusão

Se eu não posso ter, eu fico imaginando…

Esse é um trecho da fodíssima Ali, do Skank, que a Mônica me recomendou (alô Mônica!).
Eu não precisava ouvir isso. :~

Não vou botar a letra toda pra Alinne não me matar. , não vai me matar também não.


 
Manifesto
o segundo passado, antes de qualquer coisa, virou história; histórias, sobretudo, servem para ser contadas. cada um de nós é protagonista de sua história, e sua vida seu respectivo palco. vivendo e convivendo, somos protagonistas, coadjuvantes e figurantes de bilhões de histórias. não havendo graça no abismo do anonimato, exponho aqui a minha história. ela é contada em forma de fatos e idéias, sem personagens, maquiagem ou playback, para receber aplausos ou tomates – jamais me ocultando com cortinas. no fim das contas, seja a história dramática ou cômica, o importante é o show business. está tudo aí, pra quem quiser ver.
 
Eu
Esdras Beleza de Noronha, 23 anos, Fortaleza, Computação na Universidade Federal do Ceará, livros e filmes de estilos diversos, alguma coisa de britpop, indie rock e rock nacional, fotografia amadora, programação, redes, Linux. Em eterno processo de aprendizagem.
 
:: Perfil no orkut
 
 
 
 
Eu concordo
"Não cometas nenhum ato vergonhoso, nem na presença de outros, nem em segredo. A tua primeira lei deve ser o respeito a ti mesmo."
(Pitágoras)

 
"Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém."
(São Paulo)

 
"Tenho interesse no futuro porque vou passar lá o resto do meu tempo"
(Charles F. Kettening)
 


 

 

 

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