Eu não podia deixar de comentar. A frase da noite vai pra Rejane, que disse que “sentiu falta da minha ausência”. Ela disse que se perdeu com as palavras e que sentiu minha ausência (a gente raramente se vê). Tá bom. Eu acredito…
Eu vou.
CH2 pra quem não sabe é o Centro de Homossex… ops, Centro de Humanidades 2. Fica lá na Av. da Universidade, próximo da reitoria da UFC, entre o Shopping Benfica e as Casas de Cultura. Aerolitos é a banda da Alinne, do Igor, do Odorico e dum cara que não conheço chamado Wescley, Wesclei, sei lá (e NÃO SOU EU).
Rápidas…
Saudades da Lucía. :~ É chover no molhado dizer isso, todo mundo que a conhece sabe.
Essa vai ser uma semana bem corrida. Provas, trabalhos… O blog vai ficar parado um pouco. Entendam: se eu tirar 8 na prova sexta, me livro pra valer da cadeira de Cálculo I. E segunda-feira que vem tô livre de outra cadeira. Me desejem boa sorte.
Por enquanto é só. E vou postar o panfleto dos Aerolitos.
Saudade é bom sentimento,
Maldade é esquecer.

Poucas vezes a vi pessoalmente, estive ao lado dela não mais que algumas horas. Conversamos pouco também, mas deu pra conhecer alguma coisa dela e saber muita coisa bacana. Talvez ela nem lembre disso, mas ela soube, por vezes, dizer o que eu precisava ouvir sem sequer eu pedir por isso. Foi pouco tempo, sim, mas o suficiente pra se tornar inesquecível.
Escrevi por aqui sobre ela há um tempo, onde inclusive citei os dois versos que hoje servem de título pra esse texto. Saudade é bom sentimento, maldade é esquecer. Não sei se lamento o azar dela já ir embora ou comemoro a sorte de conseguir tê-la conhecido, e acima dessa dúvida boba está a certeza absoluta de que sentirei saudades.
A Lucía conquistou minha amizade e meu respeito. Por aqui ela será sempre bem-vinda e encontrará um lugar seguro no coração de todos nós, e nessa hora não falo apenas por mim, mas assumo o nome de todos que tiveram a oportunidade de ser amigos dela, e sei que essas pessoas vão assinar embaixo.
Quem disse que ia ser fácil? No meio de algumas lágrimas, deixo aqui a minha mensagem de despedida. Tchau Lucía… Tudo de bom daqui pra frente! Qualquer coisa estamos por aqui; longe, mas estamos. E, mais uma vez em nome de todos nós, obrigado por tudo.
Hoje, ou melhor, ontem (terça) tive a segunda e última injeção de antibiótico. A quarta-feira será o último dia do meu feriadão decretado pelo atestado médico que consegui segunda por causa da minha coleção de doenças. Uma pena. Na quinta-feira, estarei novamente de manhã reencontrando os colegas no Pici-Unifor e dando aquele abraço caloroso neles, ou melhor, calorento. Yes stress, amanhã eu tô de volta pra senzala.
A injeção de hoje deixou meu braço inchado por um tempo. Eu devia ter pedido pro cara pra dar a injeção nos dois braços, eu sentiria por um tempo como é ter o braço toradão. Em 2001, o Jean-Claude Van Damme (ou seja lá como se escreve) esteve no Brasil e foi ao Domingo Legal mostrar seu físico. No dia seguinte, uma menina da minha sala do 2º ano disse mais ou menos assim: “O Van Damme é assim torado mas aquilo é bomba, é só na frente que ele é musculoso. O braço dele é fino igual o do Esdras”, e ainda puxou meu braço pra mostrar. Pobre Van Damme.
Eu ia botar mais um vômito sentimental hoje mas poupei os amigos leitores, que parecem andar já poucos. Quem sabe mais tarde, amanhã ou nunca eu bote. Beijos pra Monique e pra Natalia, que nas últimas noites me aturaram com maestria quando precisei falar sério.
O pessoal dos colégios e faculdades particulares entrando de férias e o cara de panela aqui estudando até o fim do ano. E ainda chega uma professora minha dias atrás pra dizer: “Pessoal, tenho uma boa notícia! Talvez eu termine a matéria antes do Natal!” Só pode ser sarcasmo.
Que bacana, 2 e 23 da manhã e alguém me bina. “Que bacana, lembraram de mim 2 e 23 da manhã!”, penso eu, “Que pessoa insone lembraria de mim ainda mais nessa hora?”. Quando olho o celular é meu irmão que me binou pra eu abrir a porta, como sempre faz quando chega de madrugada. Obrigado a ele pelo meio segundo de felicidade.

Quem sabe com ela eu veria as tardes
Que sempre me faltaram
Como miragens, como ilusão
Se eu não posso ter, eu fico imaginando…
Esse é um trecho da fodíssima Ali, do Skank, que a Mônica me recomendou (alô Mônica!).
Eu não precisava ouvir isso. :~
Não vou botar a letra toda pra Alinne não me matar. Pê, não vai me matar também não.
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