Ele morava sozinho em uma casa de muro altos, cinzentos e espessos. Existisse ali um fosso, seria facilmente confundido com um verdadeiro castelo medieval de histórias infantis. As pessoas que ali passavam estranhavam os muros, e questionavam-se o que poderia estar guardado dentro de seus limites. O questionamento um dia foi além, e alguém decidiu … Continue reading Castelos, casas e abrigos
Category: Ain’t love the sweetest thing?
Love will tear us apart
É no fim do mês de maio e começo de junho que as vitrines e outdoors me atacam, com seus milhares de corações vermelhos pendurados, desenhados, flutuantes. O cara que inventou o Dia dos Namorados ou não era solteiro ou era um comerciante muito esperto. Surgiu até um mercado alternativo para solteiros nessa época do … Continue reading Love will tear us apart
Memórias de uma manhã ruim de quinta-feira
Qualquer coisa escrita abaixo pode ter sido exagerada ou ter prazo de validade Dirigir a menos de 60 e evitar açúcar são alguns limites que aprendi a respeitar. Os restantes me irritam. Abraço tem que ser forte, amigo tem que ser bom, e por aí vai. O sentimento que se deixa conter não merece existir, … Continue reading Memórias de uma manhã ruim de quinta-feira
Tudo faz sentido
Já vão completar 8 meses desde que eu andava por aquela praia. Quando contei nos dedos quantos meses faziam, nem acreditei. O tempo passa mesmo depressa. Fui até o fim dela, delimitado por um monte de pedras, e voltei. Não sei quanto tempo levou. Pensei em subir numa duna, sentar ali em cima, olhar o … Continue reading Tudo faz sentido
Terão as coisas uma razão de existir?
Hoje vi um verso duma música estampado na camisa duma menina que estava sentada num banco qualquer da faculdade, por onde andei após constatar que não havia aula. Depois, vi novamente o mesmo verso no título dum fotolog que uma amiga minha tem faz tempos e eu descobri hoje. Não é uma música qualquer. É … Continue reading Terão as coisas uma razão de existir?