30 de March de 2004   —   11:17:25

Autobiografia de uma vida bandida
Capítulo de hoje: o dia da pedrada

Estamos em 1992. Eu tinha, então, 7 anos de idade. Era agosto ou setembro, se não me engano uma segunda-feira, entre meio-dia e duas da tarde. Eu estava no estacionamento do prédio, brincando sozinho por ali.

Perto de mim estavam dois vizinhos meus, eram irmãos e brincavam – vejam que inteligente – de atirar pedras um no outro. De repente, sinto a dor e a pancada: fui atingido por uma pedra perdida. Saí correndo e subi as escadas enquanto o sangue escoava da minha cabeça. Daria pra fazer uma galinha à cabidela, parecia mais sangue do que poderia caber num Barra Pesada numa segunda-feira. Lembro de quando me olhei no espelho e meu rosto estava com a metade manchada de vermelho.

Fui pro hospital perto daqui de casa e deram 2 pontos na minha testa, e até hoje tenho a cicatriz, que se esconde um pouco por causa do cabelo. E ainda não entendi que tipo de criança brinca de atirar pedras nas outras.

  1. ruth says:

    realmente.e eu já sabia.:]e eu já vi.

  2. ruth says:

    a proposito.linka eu.obrigada.

  3. Mel says:

    Devem ser crianças que vêem coisas serem atiradas tb dentro de casa…

  4. Leandro says:

    E eles não tinham se acertado ainda?Você foi o primeiro a ser pegue na brincadeira então, né?O que será que eles iam fazer quando acertassem um ao outro?Iam matar a pedra no peito?

  5. Perpétua says:

    😛 beijo Esdraaasss!

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